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Prefeitura de Campina Grande do Sul intensifica medidas para combater sarampo e exige calma




Atualizado em 21

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A Prefeitura Municipal de Campina Grande do Sul e a Sesa – Ministério da Saúde do Estado do Paraná – fornecem informações sobre a confirmação clínica epidemiológica e laboratorial. do primeiro caso de sarampo no estado do Paraná, após 20 anos sem a doença. A doença se espalhou após a viagem de um paciente ao estado de São Paulo. Trata-se de uma mulher de apenas 41 anos, não vacinada, que mora no município de Campina Grande do Sul, com uma empresa na cidade de Piraquara, como local de trabalho e diagnóstico feito em um hospital de Curitiba.

A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande do Sul relata que o paciente está em isolamento domiciliar, que todas as medidas de vacinação em bloco já foram realizadas e que a condição do paciente está sob controle. A Prefeitura atende a todas as diretrizes da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná e intensifica medidas para evitar a ocorrência de novos casos.

“Campina Grande do Sul é um município com enorme extensão territorial e estabelece fronteiras com vários municípios. Grande Curitiba, a costa do Paraná e até mesmo cidades do estado de São Paulo, uma situação que favorece a exposição dos moradores a endemismos não-nativos. No entanto, é importante que não haja pânico entre a população, pois o caso foi contratado fora do estado do Paraná e está sob controle ”, afirmou Andiara Cristina Bandeira Filippin, Secretária Municipal de Saúde.

A secretaria municipal de saúde destaca que os serviços municipais de saúde estão disponíveis aos moradores para orientação e vacinação contra o sarampo. A secretaria também pede ao cidadão que solicite uma vacina para apresentar seu cartão de vacinação na unidade de saúde, documento importante para registrar as doses e imunizações recebidas pelo cidadão

A vacinação para a medição rotineira do sarampo é realizada na população de 1 (um) a 49 anos tendo em conta a história anterior de vacinas contra o sarampo (dupla viral, tripla viral ou tetraviral).

ROUTINVACCINATION
– Pessoas de 1 a 29 anos: têm um registro com duas (2) doses de vacina contra sarampo, caxumba e rubéola
– Pessoas de 30 a 49 anos: têm histórico com uma (1) dose da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola
– Crianças entre 6 e 11 meses de idade que vivem ou se mudam para áreas com surto ativo de sarampo devem receber uma dose, preferencialmente 15 dias antes da viagem. Esta dose é considerada adicional e outra dose deve ser tomada após 12 meses
– Profissionais de saúde devem ter 2 (duas) doses de vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola documentadas, independentemente da idade
– Contra-indicações da vacina: mulheres grávidas , imunossuprimidos e crianças com menos de 6 meses.


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