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Existem quase 50.000 propriedades de luxo a pagar pelo AIMI



Existem quase mais 50.000 casas que pagam IMI Extra, o imposto sobre imóveis com um valor de propriedade superior a 600.000 euros. No ano passado, o número de edifícios cobertos pelo AIMI aumentou de 439.711 2017 para 486.845, um aumento de 10%. Existem mais 47.134 propriedades para pagar impostos.

Este crescimento no número de edifícios de luxo ganhou dinheiro do governo de 139,6 milhões de euros, oito milhões a mais que no ano passado. E as receitas dos dados (contribuintes que ainda não tinham as propriedades associadas ao TIN nos livros de construção) ainda não foram divulgadas.

De acordo com informações enviadas pelas autoridades fiscais e alfandegárias, elas chegaram no ano passado ao seu alcance. 71

945 contribuintes, 5,4% mais que 2017, quando 68 252 contribuintes – pessoas físicas e jurídicas – decidiram esse imposto.

A autoridade fiscal justifica o "desenvolvimento positivo do nível de pagamento de impostos como resultado de um aumento no número de sujeitos passivos." No ano passado, 12.600 pessoas possuíam 161.023 edifícios; Mais de 59.000 empresas possuíam a maioria: 325.822 propriedades.

Mais de 1 000 empresas pagas adicionar ao IMI Leia aqui

Sete de cem

Apesar do crescente número de edifícios cobertos pelos chamados "impostos Mortágua", o universo corresponde a um pequeno parte de todas as propriedades sujeitas a tributação De acordo com os dados financeiros, os edifícios acima de 600.000 euros representam apenas 7.1% dos 6.8 milhões de propriedades que apoiaram o IMI no ano passado

No caso do valor tributável (que faz cálculo), Os edifícios valem pouco mais de 30 mil milhões de euros, o que é um montante muito modesto (apenas 7%) em comparação com 436,2 mil milhões de euros para edifícios (terrenos para construção e construção), por isso m imposto pago

Ainda não conta os valores cobrados pelos edifícios na entrada, AIMI ganhou quase 10% da receita do IMI, que no ano passado subiu novamente mais de 1,5 bilhões. Embora essas receitas não sejam transferidas para os municípios, elas servem para fortalecer o fundo de estabilização da seguridade social.

O IMT aciona o gás. O fim do ano foi inferior

Foi um dos impostos que mais crescem desde 2015, puxado por boom vendas de casas. Desde este ano, a receita das transações fiscais municipais (IMT) de ano para ano sempre foi superior a 20%. Mas no ano passado ficou abaixo desse nível: o faturamento bruto do IMT foi de 1037 milhões de euros, um aumento de 15%; Em 2017, o melhor ano do período, as receitas fiscais aumentaram 24%.

"A mudança de receita foi positiva quase todos os meses, exceto novembro e dezembro, quando a mudança de ano para ano foi negativa", explica a autoridade fiscal. Ou seja, menos casas foram vendidas ou o valor das propriedades foi menor.



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